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Ética cristã e o aborto

Autor Jean krause on 21 de abr de 2018 | 15:15


A ética cristã e o aborto

O Salmista diz no Salmo 139 Versículo 16:

 "Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe e no teu livro todas estas coisas foram escritas as quais iam sendo dia-a-dia formadas quando nem ainda uma delas havia"

Defender o direito de nascimento é um compromisso com a dignidade do ser humano e a sacralidade da vida, tanta é uma dádiva como um presente de Deus.
Só se pode defender o aborto quando se perde a comunhão com Cristo.
Quando se perde a comunhão com Deus, e foca se somente numa dimensão materialista, vemos o embrião  apenas como um amontoado de células que pode ser desprezado por qualquer motivo, esse é um pensamento de uma nação que  esqueceu que o Único que tem o direito tomar a vida é o próprio Deus.
Vemos em 1° Samuel  2 - 6 :

"O Senhor é o que tira a vida e a da; faz descer a Sepultura e faz tornar a subir dela"

Mas em meio a tantas discussões, não podemos esquecer que nem tudo que é legal é moral, nem todas as leis acompanham a ética bíblica, enquanto cristãos devemos olhar para o nosso farol, que é Cristo, devemos pensar, em meu lugar o que Cristo Faria?

Falamos tanto em amor ao próximo, direito à vida, direitos humanos e onde está o direito dessas crianças que ainda nem nasceram, mas já estão tendo suas vidas exterminados dentro do sagrado útero materno.
Mulheres dizem, meu corpo minhas regras, meu corpo faço o que eu quero com ele! Sim, até concordo seu corpo suas regras, mas esse corpo que está dentro do seu corpo não é um complemento seu, é uma vida dependente de você, mas de maneira alguma é uma extensão do seu corpo.

Vivemos em um planeta onde organismos unicelulares como fungos e bactérias são consideradas vidas, onde cientistas procuram vidas em outros planetas e quando descobrem uma bactéria comemoram existe vida fora de nosso planeta!
Porém tentam dizer que o embrião não tem vida, sendo assim muito fácil descartá-lo, fico pensando todos nós temos defeitos personalidades controversas e doenças, uns morreram pelo câncer outros por infarto ou  AVC e nem por isso decidimos extinguir nossas vidas mas fica fácil eliminar um feto ou embrião, por quê?
Porque não o vemos, ...
porque não o tocamos, ...
por quê não o vemos, ...
mas essa pequena pessoa dentro de um útero materno é uma vida.

Se você luta pelo direito de viver como pode achar que tem direito de tirar a vida de uma criança indefesa, quão cruel é seu pensamento, onde se acha no direito de matar alguém indefeso quê não te fez mal algum.

Nesse domingo dia 22 de abril estudaremos na escola bíblica dominical um assunto polêmico e controverso, a ética cristã e o aborto, convido você e sua família venha a uma Assembléia de Deus e tire suas dúvidas a luz da Bíblia.

Deus te abençoe!

ÉTICA CRISTÃ e os DIREITOS HUMANOS

Autor Jean krause on 14 de abr de 2018 | 13:58


LIÇÃO 3


ÉTICA CRISTÃ e os DIREITOS HUMANOS

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

ISAÍAS 58. 6-12


INTRODUÇÃO

Hoje estudaremos um assunto muito delicado e controverso: Direitos Humanos, chamados por muitos de Direitos aos Bandidos apenas. Mas iremos ver que os Direitos humanos como conhecemos hoje é uma construção Histórica e amalgamada  com lutas. Veremos também que a Bíblia já mencionava os princípios dos Direitos Humanos.


I – A ORIGEM DOS DIREITOS HUMANOS


1.    DEFINIÇÃO DE DIREITO. O QUE É O DIREITO? É um conjunto de bens, de valores que a sociedade podendo ser a sociedade local ou nacional selecionam e levam para uma esfera onde criam regas, normas para proteger, promover esses bens e valores selecionados por ela.

Por que HUMANOS? São aqueles bens, valores em que a sociedade selecionou com preciosos e que precisam ser zelados e protegidos e pelo simples fato de sermos humanos já possuímos esses direitos. A sociedade representada pelo Estado, os particulares (físicos ou Jurídicos) tem o dever de promover e proteger esse direitos.

Onde estão então esse Direitos Humanos?Basicamente nos Documentos Internacionais. Como o DUDH – Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU); CADH – Convenção Americana Sobre Direitos Humano – Pacto de São José da Costa Rica (OEA).

Quando os Direitos Humanos entram na esfera Nacional em nossa caso na Constituição Federal (1988) recebem o nome de Direitos Fundamentais. Título II (Art 5º a 17).

HISTÓRIA DOS DIREITOS HUMANOS.  (Eles são uma construção histórica).

PRIMEIRA FASE:

Magna Carta (1215 – 1225) Inglaterra. Rei João Sem Terra. Na época do Absolutista.

Carta de Direitos (1689) Inglaterra. Agora na Monarquia. O rei teria algumas limitações para atuar. Aumentando os direitos do Parlamento (Representante do povo inglês).

SEGUNDA FASE:

DDBPV - Declaração de Direitos do Bom Povo da Virgínia -(1776) – EUA. Os direitos humanos passam a ser escrito nos documentos internos nacionais.

Constituição Americana (1787) Em 1791.

2.    DDHC – Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão (1789) França. É a primeira vez que um documento interno prevê além de direito individuais (francesas) e (não franceses).

3.    DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. Esse documento é na verdade uma RESOLUÇÃO, ou seja, não é LEI, seria como um pedido aos países aderirem a ela.

4.    DIREITOS HUMANOS NO BRASIL. O Brasil aderiu à Resolução no dia 10 de Dezembro de 1948.

II – A BÍBLIA E OS DIREITOS HUMANOS

1.    DIREITOS NO PENTATEUCO.  A Bíblia é um livro que transcende a mente humana, ela não é um código de regras, mas sim a palavra de Deus ao seu povo. Dentro desse prisma ela preza por um bom relacionamento entre suas criaturas. Deus proibia maltratar o estrangeiro. Olha o art. 5º da CF. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

A preocupação com os órfãos e com as viúvas também foi uma preocupação do legislador brasileiro. Como por exemplo na Lei da Previdência que ampara os órfãos e as viúvas. Deus proibi a exploração do pobre. A lei protege mas na prática não funciona.

2.    DIREITO HUMANOS NOS EVANGELHOS. Nesse ponto irei salientar 4 bens que Cristo valorizou. 1º A vida acima do legalismo. Cura no sábado. 2º Segregação étnico. Uma inimizade que perdurava por mais de 700 anos. Samaritano x Judeus. 3º Não à discriminação. O que é discriminar? É segregar, por a parte por uma característica diferente que possuem. É a ação baseada no preconceito ou no racismo, onde o indivíduo recebe um tratamento injusto apenas por pertencer a um diferente grupo, categoria ou classe. 4º ECA. Cristo nasceu e sobreviveu ante ao INFANTICÍDIO coletivo.

3.    DIREITOS HUMANOS EM PAULO. Paulo abordou tema como : escravidão; Desigualdade social; direitos civis; Julgamento justo; ampla defesa, Previa Inocência.

III – A IGREJA E OS DIREITOS HUMANOS

1.    A IGREJA E O TRABALHO ESCRAVO. O trabalho dignifica o homem e exalta a Deus. Nosso autor apela que a igreja tem a incumbência de DENUNCIAR as condições degradantes em locais de trabalho. Patrões que exploram e com ameaças e chantagens emocionais obrigam seu colaboradores a fazerem mais o que a CLT rege.

2.    A IGREJA E OS PRISIONEIROS. O problema carcerário é antigo e a cada dia que se passa somente piora. Nossa questão aqui não é discutirmos o papel do estado nas prisões, mas sim o papel da igreja diante dessa realidade. Um certo Pastor disse que não compensa visita-lo pois esse tipo de trabalho não traz nem benefício financeiro a igreja. Não podemos nos esquecer que almas não tem preço.

3.    A IGREJA E O PROBLEMA SOCIAL. Nesse ponto quero salientar um dizer que eu sempre ouvia na minha juventude na igreja. “Precisamos de um Presidente crente” Será que isso é verdade? Na verdade não precisamos necessariamente de representantes cristãos, mas de uma nação sarada pela palavra de Deus. Como afirma o Salmista !Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”.

CONCLUSÃO

A BÍBLIA FALA, ENSINA SOBRE DIREITOS HUMANOS ALÉM DE PUNIR QUEM DESCUMPRE

Fonte http://fabiosegantin.blogspot.com.br

O CONCEITO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO

Autor Jean krause on 6 de abr de 2018 | 10:22


 Por Marcelo Oliveira de Oliveira

O que é?
Em primeiro lugar, a ideia de “gênero” como construção histórica e social, segundo a consultora cultural, Marguerite A. Peeters, remonta uma fabricação intelectual, sem fundamento na realidade. O gênero proposto pelos ideólogos não é uma realidade identificável. É uma abstração da realidade, mera teoria sem lastro no dia a dia da vida. Aqui está o perigo, na verdade a sordidez de um plano “diabólico”: Forçar a “crença” numa teoria social a fim de usar, principalmente, crianças e adolescentes como cobaias humanas é de uma perversidade sem limites.
Um falso fundamento
O jornal Gazeta do Povo, do Estado do Paraná, publicou um estudo (o mais importante sobre o tema) – Ideologia de Gênero: estudo do American College of Pediatricians – em que a teoria de que o gênero é uma construção social não tem base científica e que a sua aplicação na educação de crianças e de adolescentes traz danos muitas vezes irreversíveis à saúde psíquica. Ter esta consciência é importantíssimo para os que se sentem atacados por essa teoria social. Assim, a ideologia de gênero não tem base científica e, por isso, como afirmamos, este é um de muitos aspectos que confirmam sua distorção da realidade.

A trincheira da ideologia de gênero
No campo científico é impossível a ideologia de gênero propagar-se. Como toda teoria que visa alterar o comportamento social, sua trincheira é a educação de crianças e de adolescentes. Na escola é que os pais se depararão com a agressividade dessa teoria. Trata-se, sim, de uma guerra cultural e ideológica. Querem tomar a mente das crianças e dos adolescentes a fim de pôr em prática uma agenda hegemônica cultural. E a trincheira para esse plano é a Escola. Não por acaso que toda iniciativa do avanço da ideologia de gênero visou aprovar leis que obriguem a inserção do tema no Plano Nacional de Educação e nos currículos locais de educação (municípios).

O papel da igreja e da família

Na igreja e na família é onde se encontra a resistência de imposições hegemônicas. Por isso que estas duas instituições, ao longo dos séculos, sempre foram, e continuarão a ser atacadas. A igreja e a família são instituições que devem resistir em Deus ao avanço dessa agenda. O ministério de ensino
da igreja, por meio do discipulado cristão, e a vivência da família segundo os preceitos das Sagradas Escrituras são o antídoto para proteger a nossa geração.

(Texto extraído da revista Ensinador Cristão, nº 74, editada pela CPAD)  

A origem dos ovos de páscoa

Autor Jean krause on 31 de mar de 2018 | 16:57

Infelizmente vejo muitos cristãos adorando deuses estranhos pelo simples fato de não buscarem a verdade nas escrituras sagradas, em Oseias 4 e 6 diz:

"O MEU POVO FOI DESTRUÍDO POR FALTA DE CONHECIMENTO "

Mas infelizmente ninguém quer abrir mão de suas tradições que remonta de tempos antigos, de costumes idólatras de adoração seres mitológicos ou deuses pagãos, se esquecem de amar a Deus sobre tudo é qualquer coisa, trocando o sacrifício de Cristo por um ovo de chocolate ou mesmo um coelho seguindo assim a tradição de povos pagãos.

Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes.
De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.

Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus.
Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade.Um ritual de passagem, assim como a “passagem” de Cristo, da morte para a vida.

Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas.
Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia.
Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica.
A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada.
A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e àsdeusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs.

Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.
Fonte  adaptação de https://pt.wikipedia.org/

Semíramis, obelisco e a farsa do natal!

Autor Jean krause on 23 de dez de 2017 | 15:01

Olá a Paz de Cristo seja com todos!
Encontrei esse artigo no site do do Bispo Macedo, e embora não concorde com algumas praticas do Bispo, que fique bem claro que não sou contra os crentes da Universal e nem contra a Igreja Universal, porem não concordo com muitos métodos e praticas do Bispo, mas no entanto achei o  artigo muito bom  e e é importante compartilhar.
Fonte - www.bispomacedo.com.br/

Leia também A Verdadeira historia do natal!

Leia também O nascimento do natal e seus símbolos


Muitos cristãos, inocentemente, aderem a práticas religiosas sem ao menos se atentarem que, na realidade, repetem alguns dos mesmos atos e 'rituais' de culturas pagãs passadas. A comemoração do Natal e o 'culto' à sua árvore são exemplos de como muitos conseguem ser iludidos pela religião.

Semíramis e a farsa do Natal e sua árvore

Para falar do NATAL, é preciso voltar ao tempo de NOÉ, após o dilúvio,


quando um de seus filhos, CAM, o viu dormindo embriagado e nu. Ele começou a rir de seu pai e correu para contar aos seus outros dois irmãos, SEM e JAFÉ.


Estes, ao contrário, foram de costas e cobriram a nudez do pai. NOÉ, quando soube do acontecido, amaldiçoou seu filho CAM, para que este e seus descendentes servissem a seus outros dois filhos. E toda a geração após ele se tornou maldita.


CAM casou-se com SEMÍRAMIS (esta é a mulher da nota de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais; a mulher da Estátua da Liberdade; a mulher da balança da justiça; da Columbia Pictures, etc.)



e ambos geraram um filho, NINRODE. Ele matou seu pai CAM e casou-se com sua mãe.


Foi o fundador da Babilônia, Nínive e outras cidades pagãs. Tentou levantar a torre de BABEL, e DEUS o impediu.


Seu tio SEM o matou, pois ele estava se opondo muito contra DEUS. SEMÍRAMIS, sua mãe e esposa, espalhou a mentira de que ele não havia morrido, e sim que havia ido para o céu, pois ele se dizia deus - o deus sol.


SEMÍRAMIS engravidou e dizia ser um presente dos deuses, que era a reencarnação de NINRODE; mas, na verdade, era fruto de uma traição, pois seu marido, e filho, já estava morto. E nasceu TAMUZ, no dia 25 de dezembro, deus sol dos egípcios, babilônicos, gregos, persas, romanos e, hoje, das S.S. (sociedades secretas).


Ele morreu durante uma caça, provavelmente por um animal selvagem, e seu corpo ficou caído sobre um tronco apodrecido de árvore. Sua mãe dizia que neste tronco nasceu um pinheiro, e todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comum as pessoas levarem um pinheiro para dentro de casa e o enfeitarem com ouro e prata, como símbolo do renascimento de TAMUZ.


As sacerdotisas jejuaram e choraram por 40 dias e 40 noites a morte de TAMUZ ao pé do pinheiro e, no final desse período, elas agradeciam umas às outras fazendo trocas de presentes, os quais eram depositados aos pés desse pinheiro. Todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comemorado o Natal (nascimento de Tamuz).


Quando os PERSAS dominaram essa região, eles levaram todas as idolatrias para a PÉRSIA, inclusive os deuses TAMUZ, NINRODE E SEMÍRAMIS, que apenas mudaram de nome. O domínio, em seguida, passou para os GREGOS, e estes fizeram a mesma coisa, mudando apenas os nomes; eles passaram a ser ZEUS, AFRODITE E EROS.


Em seguida, os EGÍPCIOS dominaram e mudaram os nomes também, passando a se chamar OSÍRIS, ÍSIS E HORUS.


Já nos tempos de JESUS CRISTO, o domínio era ROMANO, e ROMA mudou também os nomes. Passaram a se chamar apenas VÊNUS E CUPIDO, caindo a figura do pai. E no Século IV, depois de CRISTO, o imperador CONSTANTINO, para agradar aos CRISTÃOS que eram em grande número em ROMA, decidiu oficializar o CRISTIANISMO como religião oficial de ROMA. E para agradar ainda mais a eles, pegou os nomes mais fortes dentro do CRISTIANISMO e passou a chamar os ídolos por nomes CRISTÃOS.


TAMUZ e SEMÍRAMIS passaram a se chamar MENINO JESUS e VIRGEM MARIA. Assim, o Natal continuou a ser comemorado como sendo o nascimento do menino JESUS, mas, na verdade, esse menino seria TAMUZ, o deus pagão.



Outro engano disfarçado são os obeliscos. Feitos de uma pedra em forma quadrangular e alongada, os monumentos, preferencialmente, eram colocados na área central de amplos espaços abertos e nos templos do deus sol, Rá. E, apesar de no antigo Egito obelisco significar ‘proteção’ ou ‘defesa’, saiba o que realmente representa.

Obelisco


Você está olhando para a mais famosa representação pública do ato sexual no mundo. Este obelisco, no meio da satânica Roda das Oito Etapas para a Iluminação, encontra-se na Praça de São Pedro, no Vaticano. Bastante interessante ver uma representação sexual no Vaticano, pois eles falam muito sobre sexualidade, uma prova de que o catolicismo romano é uma forma de satanismo muito profunda. Outra prova é a ‘cruz invertida’, usada pelo papa.

Concluímos que o Obelisco é um monumento feito para adorar deuses, simbolizando a bandeira de Lúcifer e o ato sexual.

Fonte - www.bispomacedo.com.br/

O Nascimento do Natal e seus símbolos

Postei aqui no Blog a algum tempo A Verdadeira História do Natal e recebi muitos e-mails pedindo mais informações, e passando por meus favoritos encontrei um texto muito bom que fala sobre o nascimento do natal e seus símbolos. Acompanhe abaixo um texto de Edemar Vitorino  do site www.instituteffl.com.


Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!

I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.

II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: “Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco… Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.

III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.

IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia… Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes “as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um “altar consagrado”, cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.

CONCLUSÃO

Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?

1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3

2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).

3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.

4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém; porém, agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: “Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias…”; ou “Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal.”; ou ainda: “Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal”.

Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada “semana santa” em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!

Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!

Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

Por Edemar Vitorino
Adaptação Jean Krause

A verdadeira história do Natal

Muitas vezes sou criticado por não comemorar ou melhor não idolatrar essa data como muitos fazem. O natal que todos comemoram não tem vinculo nenhum com o nascimento de Cristo, mas isso é tema para outro dia assim como idolatrar a São Nicolau na forma de bom velhinho que também quero abordar esse assunto aqui no blog.
Espero que leiam e entendam e deixo alguns versículos que são o maior mandamento de Deus tanto para cristãos protestantes como católicos.

Exodo 20;
1 Então, falou Deus todas estas palavras:
2 Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão
3 Não terás outros deuses diante de mim.
4 Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra
5 Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.




A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz


Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.

Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno - pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. "O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias - mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
Thiago Minami e Alexandre Versignassi
Adaptação Jean Krause

Porque não comer ovos de páscoa?

Autor Jean krause on 25 de mar de 2016 | 22:46

Rápida explicação de porque não concordo com cristãos comendo, comprando e presenteando ovos de chocolate.
Enquanto no nosso esmiferio estamos no início do outono, no emisferio norte é o início da primavera, e o abito de presentear com ovos vem desde a antiguidade, e você sabe o porque?
Deixa eu explicar,  Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.

É uma cultura paga, em honra a um deus pagão e incorporada as tradições da páscoa cristã.

Deus te abençoe, e que nessa Páscoa você é sua família célebre a ressurreição de Jesus Cristo, e não uma festa paga e comercial, Feliz Páscoa!

 
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